sábado, 28 de dezembro de 2013

Especial Austin Mahone


Amoras, esse mini imagine vai ser especial, como diz o titulo, é uma mini imagine hot do Austin Mahone, aquele gato de 11:11. Bom, foi um pedido inusitado na Ask (
Aqui ^^), Porque o blog e direcionado a Imagines dos Boys da 1D, Mais como já já encerramos o Ano,esse vai ser meu presente para as Mahomies! *--* Espero que curtam




Do camarim dele eu podia ouvir o som de 11:11, meu Deus eu ainda não podia acreditar que eu estava namorando com Austin Mahone, Era surreal, iria fazer um ano, o melhor ano de todo a minha vida, claro que eu não deixo de agradecer um dia sequer a minha tia, que é impresaria dele, por ter nos apresentado na ação de graças ano passado. Assim que escuto o encerramento do show, já conto os minutos para ele chegar correndo e se jogar no sofá ao meu lado e me abraçar ainda suado pela dança...
Foi o que ele fez. :)
-Se divertiu aqui dentro hoje? -Pediu ele todo preocupado.
-Não muito, mais prefiro ficar aqui, do que causar um stresse com as suas fãs.
-Mais você também é minha fã.
-Mais eu tenho você. -Passei meu dedo indicador na ponta do nariz dele, ganhei um lindo sorriso. Eu não era muito querida para algumas fãs dele, e eu sempre evitava algo que pudesse causar uma rebelião naquele fandom.
Austin sorriu e me beijou, um beijo diferente, ele passou a mão pelo meu pescoço e seus dedos entrelaçaram os meus cabelos, ele me apertou contra o sofá, e seu corpo estava colado no meu, seu beijo era sedento, com vontade de algo mais.
Bateram na porta nos interrompendo, era um dos seguranças dele, já poderiamos ir embora.
-Para onde senhor? -Pediu o motorista.
-Para casa. -Eu o olhei sem entender.
-Disse que iriamos direto para a casa da sua mãe,Austin. Eles já devem estar jantando a uma hora dessas!
-Calma meu amoor, é ação de graças, eu preciso de um banho antes de tudo. -Assim que Austin pronunciou aquilo me dei conta de que estamos fazendo um ano de namoro hoje, fiquei em silencio, não é muito facil de se lembrar, quando se passa quase o ano inteiro em uma turnê, você fica deslocada.
-Por isso o jantar hoje, é ação de Graças ? -Eu olhei pra ele procurando ajuda.
-É meu amoor, por isso fiz um show em Miame, para ficar perto da casa da minha mãe nesse dia, achei que estava atenta a isso. -Ele riu.
-Meu Deus, me desculpe eu esqueci completamente. -Ele apenas me abraçou.
Fomos pra casa, tomei um banho e logo Austin estava pronto, na realidade um gato.

Assim que chegamos, Michele veio nos atender, sentamos e conversamos um pouco,conseguimos chegar a tempo para o jantar.

No meio do jantar Austin passou a mão em minha perna, ignorei, apesar de o toque dele ser extremamente bom, na terceira vez que isso aconteceu eu o encarei, ele fez um gesto para que eu me levantasse e seguisse ele, ninguém repararia afinal a mesa estava cheia de pessoas que se sentavam e levantavam a todo o instante,Austin saiu e depois de alguns instantes eu o segui, ele me esperava no corredor, quando me viu ele sorriu.
-Austin... -Ele começou a andar - Amoor volta aqui! -Eu sussurrei, ele subiu as escadas e eu fui atras.
Ele entrou no banheiro, mais deixou a porta aberta, assim que eu entrei ele me agarrou, fechou a porta e me encostou nela já com os labios nos meus.


 Assim que tive um minuto pra respirar eu pedi.
-Austin, mais o que você tá fazendo? -Era dificil recuperar o folego a cada vez que ele apertava a minha coxa e me apertava mais contra o seu corpo.
-Não vou conseguir voltar aquele jantar sem antes ter você meu amoor. -Ele voltou a me beijar...


 -Amoor, estamos na casa da sua mãe... e se alguém entrar aqui?
-Daremos um showzinho de graça amoor... -Austin começou a beijar meu pescoço...


Suas mãos começaram a erguer o meu vestido, deixando marcas vermelhas onde ele me apertava, resolvi deixar acontecer,Austin saberia o que e como fazer comigo.
Austin me sentou na pia, suas mãos passaram por todo o meu corpo em questões de segundo, me deixando cada vez mais com vontade dele...
 Sua língua acariciava a minha de uma forma incrível, me fazia delirar de vontade de tê-lo em mim...

                     

Com o meu vestido e o terno dele caídos no chão, ele se pôs em ação, tirando com delicadeza meu sutiã...

              



 Logo com os meus seios livres suas mãos os tomaram acariciando eles, gemi sem ao menos me lembrar que poderia estar passando alguém no corredor.
-Shiiu amoor, hoje você vai ter que ficar quietinha... -Ele sussurrou em meu ouvido,sorri pra ele.
Minhas mãos foram ate sua calça, se livrando dela, eu estava ate imaginando o calor pulsante do seu membro em baixo da cueca me desejando... Austin tirou a minha calcinha e introduziu seu dedo na minha intimidade, com aquilo meus dedos se entrelaçaram em seus cabelos o puxando para um beijo, Austin sabia o efeito que as provocações dele causavam em mim, assim que pude eu tirei a cueca dele, Austin me tirou da pia e me colocou no chão, estavamos em completo extase,sem ao menos esperar nada ele se colocou entre as minhas pernas e introduziu o seu membro em minha intimidade, com o prazer intenso eu mordi seu ombro e arranhei suas costas...

-Austin... - Gemi baixo, ele não se conteve e começou a dar estocas fortes, me mantendo a merce de seu corpo.


Senti que chegaria no meu apice, meu corpo inteiro formigou, Austin suava junto comigo, poucos minutos se passaram, mais foram os mais intensos daquela noite, senti Austin gozar, não da forma como eu gostava,quando estavamos em casa, quando estavamos sozinhos...
-Tudo bem ? -Ele perguntou ofegante. Eu respondi que sim com a cabeça.

                             

                      

Depois de nos recuperamos ele acariciava as minhas costas, um momento nosso.




-Precisamos mesmo sair daqui? -Perguntei com um sorriso.
-Bem que eu queria ficar aqui, mais vão dar por nossa falta amoor.
-Umf... Tudo bem então. -Nos vestimos e observamos se havia alguém a passar no corredor.
Nos sentamos a mesa sem que ninguém notasse nossa ausencia, ou ate notaram mais ninguem iria perguntar onde estavamos.
Brindes.
-Feliz Ação de Graças a todos! -Brindou Michele.
A acompanhamos e Austin colocou a mão na minha perna novamente, erguendo um pouco meu vestido, tirei a mão dele levemente da minha perna,Austin sorriu dizendo.
-Em casa eu me acerto com você (s/n).


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                                                         F
im!
Espero que tenham curtido. xx'

domingo, 6 de outubro de 2013

Até o Final



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Meu nome é (s/n) Grigori, tenho 18 anos,namorei com Louis quando ainda estávamos no colegial,não eramos o casal popular,mas também não eramos os Nerd's da escola.
Louis se destacava no time de Futebol da Hall Cross School,eramos um casal perfeito,até que meus pais quiseram se mudar para Londres,foi uma despedida dura eu não sabia mais quando o veria de novo,provavelmente ele moraria em Doncaster até o resto da vida e eu não voltaria mais pra lá.
Namoramos dois anos,ate que nos mudamos,foi o pior momento da minha vida.Louis disse que nunca me esqueceria e eu prometi o mesmo,alimentei meu amor por ele durante os anos em Londres,foi difícil,é difícil e será difícil pra mim superar.

                                                             ***
Dias Atuais.

-Bom Dia (s/n). -Hector me cumprimentou assim que me viu.
-É,talvez seja um "Bom dia". - comentei.
-Ei,ei,ei,nada de ficar deprimida hoje.
-Claro,não é você que vai ser diagnosticada pela 3° vez. - resmunguei.
-Não começa,(s/n), você disse que aceitaria a doença.
-É,talvez eu deva abraçar a causa,e me conformar em morrer com 18 anos.
 Entramos no carro e seguimos em silêncio ate o hospital,Londres estava fria e sem animo hoje.


Há quase 09 meses atrás fui diagnosticada com um doença rara,ela enfraquecia os ossos,rompia ligamentos,me deixa fraca,eu era pior que um bebê recém-nascido,tirando as crises de tosses,dores de cabeça, enfim... eu estava morrendo aos poucos.Os médicos queriam estudar mais a fundo o que a doença podia causar alem da morte tardia,para então poder testar um remédio ou uma vacina,eu aceitei ser uma cobaia.
Com a minha pouca idade eu já havia terminado a Faculdade,mais do que adiantava? Hector estacionou.
-Vai dar tudo certo,logo iremos pra casa. -Suspirei e forcei um sorriso fraco aparecer em meus lábios,no fundo eu sabia que eu não voltaria mais pra casa.

Recepção.

-Olá (s/n). - Anne,uma das enfermeiras cantarolou meu nome,até parecia que não morria pessoas naquele lugar.
-Oi,vu precisar assinar algo? - Eu já era conhecida ali,todos tinham pena da pobre moça que estava a beira da morte.Ela me entregou uns formulários. -Obrigada.
Assim que eu assinei,alguém entrou gritando por um medico.Eu reconheci a voz que por 04 anos atormentava os meus sonhos,me levando de volta ao passado nunca esquecido,Era o Louis...Me virei e vi que ele apoiava um menino loiro que parecia estar com o tornozelo torcido ou algo do tipo.
-UM MEDICO! UM MEDIC... - Louis finalmente me viu,seus olhos focalizaram os meus,em meses eu não me sentia tão viva.Senti meu sangue pulsar de novo,meu coração acelerou e dessa vez não foi por causa dos remédios.
-(S/n)? - Ele sussurrou ao longe.
-Louis. - Sorri em resposta.O menino que Louis carregava a pouco,já estava na cadeira de rodas,mas nos olhava com curiosidade.Louis veio devagar em minha direção,como se ele estivesse com medo de que eu sumisse,eu senti aquele frio na barriga que eu nunca mais havia sentido com ninguém,ele tocou meu rosto,fechei os olhos com o toque quente.
-Louis a quanto tempo. -sussurrei. 
-Eu não pude,me proibiram... - Lou começou, Senti alguém puxar meu braço,mas não era ele,meu corpo sabia reconhecer o seu toque.
-(S/N) precisamos ir. - era o Hector,eu assenti.
-Preciso ir Tommo.
-Há quanto tempo que eu não escuto com tanto prazer o meu nome como agora. -ele sorriu. - Me deve uma conversa depois. -ele piscou.
-Sim,devo. -me afastei me soltando de suas mãos,até que Louis se tocou do lugar do nosso reencontro.
-Vai a onde? -seus olhos azuis ficaram preocupados.
-Exames. -confessei.
-Você está...
-Bem,estou bem. - sorri.
Hector pegou meu braço e me levou para o consultório.
-Aquele era o Louis? -Hector era meu vizinho e virou meu melhor amigo desde que cheguei em Londres,ele sabia de tudo.
-Era sim.
-O seu Louis? -ele não parecia acreditar.
-O meu Louis. -sorri.
Quando olhei para trás,Louis sorria de volta.

                                                     ***
Louis On


Levei Niall para o hospital,depois de ter derrubado ele do sofá e o tornozelo dele ter ficado do tamanho de uma batata.
Cheguei gritando por um medico,mas logo Niall parou de ser a maior importância pra mim aquela hora.Na recepção eu vi a (s/n).
Fazia 04 anos que estávamos sem contato algum,mas eu reconheci o sorriso que me causava tanta alegria no passado,e percebi que ainda me causa.
Tivemos um breve conversa no corredor,até um rapaz a tira-lá de mim,mas eu tive a promessa de uma conversa depois e eu iria cobrar.

                                                           ***
S/N On

Esperei o Dr° com o Hector após os exames,depois que vi Louis eu tinha criado uma nova esperança.
O Dr° Ströwr entrou na sala.
-Espero que não esteja cansada Srª Grigori? -ele iria começar a enrolar.
-Não,na verdade estou bem.Mas preciso que me diga logo Dr° Edward,vou poder ir pra casa e voltar apenas mês que vem?
Eu queria ver Louis,abraça-lo,sentir seu cheiro que me foi negado por anos.
-Infelizmente,não tenho boas noticias. - eu já sabia,estava muito bom para ser verdade. - A doença se agravou muito durante o mês passado,para que sua recuperação seja possível teremos que interna-lá.
-Morar num hospital? -sussurrei.
-Podemos montar um quarto pra você aqui. -Hector tentava ver o lado positivo daquilo.
-Dr°?
-Sim,(s/n).
-Eu vou morrer não é?
-É cedo para dizermos,o ideal é repousar,os testes com as vacinas serão iniciados e se houver melhora,uma possível cura estará mais perto.
-Se houver cura. -completei - Quanto tempo eu ainda tenho?
-É cedo dizer...
-Parcialmente. -Pedi.
-Menos de 01 ano. -sorri sombria.
-Bom,onde será o meu quarto?
-Estamos preparando algo para você nesse momento.
-Quando começam os testes com as vacinas?
-Assim que for possível.O mais tardar semana que vem. -suspirei,me despedi do Dr° e chamei Hector,eu tinha que ir pra casa pegar algumas coisas.

                                                              ***
Louis On

Esperei no estacionamento pela (s/n),quando a vi,seus olhos estavam inchados e vermelhos.
-(s/n) ! -Gritei.Não vi o sorriso que eu desejava,então corri e a abracei.
-O que foi meu anjo? -perguntei aflito pelo choro dela.
-Eu vou morrer Louis. -ela me respondeu aos soluços.
-O que? - tentei olhar em seus olhos,mas o seu abraço era forte e me contive em deixar ela nos meus braços por aquele tempo.

                                                                ***
S/N On

Contei tudo a Louis,ele se fez de forte,pedi a Hector para ir pra casa,já que Louis dizia que fazia questão de me levar.Cheguei em casa e preparei algumas coisas.
Até que depois de um silêncio desagradável,Louis falou.
-(S/N) ?
-Sim? -Me virei para encara-lo.
-Eu senti sua falta todos esses anos. -ele confessou,meu coração deu um pulo.
-Graças a Deus que disse isso Tommo. -eu o abracei.
Ainda abraçados Louis disse o que eu mais queria ouvir.
-Se fosse para resumir minha vida em momentos felizes,eu só iria conta-la a partir do dia em que você entrou nela.
-Eu nunca te esqueci em nenhum minuto da minha vida Louis. -confessei,ele encostou nossas testas e sorriu.
-Muito menos eu. -Louis me selou.
Ação involuntária do meu corpo :::::::::::::: Enlouqueci com aquilo.
-Faz de novo? -pedi. ele sorriu e me selou novamente.
-Eu te amei durante todo esse tempo -Louis sussurrou em meu ouvido - Eu te procurei em cada olhar,cada sorriso,mais eu nunca achei nada parecido. -lagrimas rolaram pelo meu rosto,sofri tanto por tê-lo perdido,que nem sequer imaginava que um dia iriamos nos reencontrar.
-Eu pensava em você todas as noites antes de dormir Louis. -ele sorriu em meu pescoço. - Pedi tanto a Deus para que ele te colocasse no meu caminho novamente.
-Lembra do 2° ano quando eu te pedi em casamento na frente da escola inteira?
-Lembro, você pediu a minha mão aos berros! - rimos.
-(S/N) Grigori,você aceita se casar comigo outra vez?
-Sem sombra de duvidas Louis William Tomlinson.
-Na saúde e na doença.
-Na riqueza e na pobreza. - sorri.
-Até a adolescência dos nossos filhos.
-Não Louis é "Até que a morte nos separe"
-Nosso amor já mostrou que é forte o suficiente para enfrentar até a morte. -sorri.
-Eu não acredito que fiquei sem você durante tooodo esse tempo. -ele me beijou e ficou comigo até eu adormecer,o quarto onde eu fiquei tinha aquele ar de solidão,mas com Louis ali mudava tudo.
Os pais de Louis souberam do meu estado de saúde e vieram me visitar no dia seguinte,trouxeram flores e logo Harry, amigo em comum meu e de Louis no colegial me presenteou com balões de corações vermelhos e rosas.
Talvez não fosse tão ruim,eu estava com Louis agora e nada mais me importava.

                                                        ***

Duas semanas após a minha internação,Hector e Louis haviam brigado três vezes,aquilo me desgastou muito.
No segundo dia da quarta semana fui levada para a UTI,na madrugada passei mal,com sorte tive oxigênio suficiente para apertar o botão de emergência,antes de desmaiar.Depois de quase uma semana,eu pude voltar pro quarto.
Dr° Edward avisou a Louis que entradas e saídas da UTI (Unidade de Terapia Intensiva),podiam ser comum. Ás vezes eu voltaria rápido,ás vezes não.

                                                          ***
Louis On


-A (s/n) tá cada dia mais doente. -resmungou Harry.
-Não tô afim de ficar ouvindo isso Harry. -peguei meu café e fui para o quarto.
-Bom dia,meu amor.
-Bom dia Lou. - O sorriso dela me deixou nas nuvens.Eu sabia que eu não tinha esquecido da felicidade que passei com ela,essas semanas haviam sido essenciais para eu perceber que eu ainda a amava.Tinha voltado tudo,meu amor,meu sorriso,meu calor,enfim...Os sentimentos nunca acabaram ,apenas se esconderam para não me provocar mais dor.
-Dormiu bem,querida?
-Sim e você?
-Admito que esse sofá-cama não é um dos meus favoritos... -brinquei,mas aquele maldito sofá já me deixara inúmeras vezes com dores.
-Sabia que você pode dormir em casa?
-Não posso, eu preciso ficar olhando pra você enquanto dorme,e depois ouvir meu nome em seus sussurros,isso me acalma... -beijei a testa dela. -Me dá segurança para seguir em frente,e lembrar que é você que ilumina meu caminho. -Ela chorou,talvez os medicamentos a deixassem mais emotiva,pra mim dizer aquilo era normal,era a minha escolha,ama-lá até o final,e eu o faria.
-Eu te amo Lou... -ela sussurrou,foi impossível conter o meu sorriso -Me desculpe por tudo que eu estou fazendo você passar,sei que seria mais fácil se eu fosse normal de novo,mais...
-Mais nada,Quem disse que você não é normal? Você é perfeita e além disso é minha. -ressaltei.
-Desculpe,Mas você não entende Louis,a cada dia que passa,eu vou chegando mais perto da morte,vou deixar tudo,família,amigos e o pior de tudo, vou deixar você Lou. -ela soluçou -Eu não quero morrer,eu não quero ter que deixa-lo de novo.
-Você não vai... Olhe pra mim (s/n) -peguei seu rosto,seus olhos estavam vermelhos,não tão diferentes dos meus. -Eu te amo e a gente vai ficar junto até o final,e nada vai nos separar,entendeu? -Ela assentiu -Vamos vencer tudo isso,e depois olharemos para trás e vamos sorrir dizendo "Aquele desespero todo foi em vão." -ela sorriu e meio as lagrimas.
Ficamos ali abraçados até que os remédios a fizessem dormir de novo,e eu torcia veemente para que tudo que eu disse,desse certo.
                                                             ***
S/N On 

Acordei com Louis me olhando,ele sorria.
-O que foi Louis?
-Tenho duas noticias,meu amor.
-Boa ou ruim?
-A maioria das noticias são boas,basta apenas ver o modo como cada um as interpreta.
-Leu isso a onde,amor? -perguntei rindo.
-Num jornal religioso na cantina. -admitiu ele.
-Diga logo,estou curiosa.
-Você quer a primeira ou a segunda noticia?
-Huuum... segunda.
-Hoje faz três meses que você esta internada aqui.- ele sorriu.
-E o que tem de positivo nisso Louis?
-Que faz três meses que os nossos olhares se cruzaram na recepção depois de longos três anos. -fiquei sem palavras,Louis não devia ter me dito isso,ele sorriu e me deu um beijo.
-Me desculpe amor,eu não fazia ideia. -fiquei envergonhada,custava eu lembrar?
-Não ia te obrigar a lembrar,você passa a maior parte do tempo dormindo. - fiz uma careta.
-E a numero um? -lembrei.
-Bom,a senhorita deu uma melhorada incrível no seu estado com os remédios e você poderá ter algumas tardes livres para passear comigo. -Louis fez pose.
-Eu não tô acreditando.-sorri.
-Pois acredite,É bom ir se arrumando gata,vamos derrubar Londres hoje.-ri.
-Sair hoje? Pra onde?
-Que tal um almoço romântico no Nando's ?
-Ai,Deus fritas! - minha boca se encheu de aguá.
-Se arrume minha vida,já venho te buscar. -ele me selou e saiu,logo a enfermeira entrou pra me ajudar.
Passamos parte da manhã no Nando's.Louis não poupou esforços para que eu "ficasse" feliz,ele nem imaginava que eu não precisava daquilo pra que eu ficasse feliz,eu apenas precisava dele.
-Ei,meu amor,preciso ir pra casa,pegar umas coisas para eu passar a noite com você,se importa de irmos agora, depois podemos ir ao parque.
-Não,por mim tudo bem. - A tarde começou a nublar e o tempo ficou escuro. Louis empurrou minha cadeira de rodas ate o estacionamento.

-Odeio esse troço. -Gesticulei pra aquela cadeira idiota.
-Do que você tá reclamando? Eu é que faço esforço aqui! -rimos.
Fomos numa conversa animada até a casa dele.

-Me espera aqui amor.
-Como se eu pudesse subir. -Gesticulei pra escada e depois pra cadeira de rodas.

-Você pode,eu apenas não quero que você se canse! - ganhei um beijo na testa,antes dele subir.
Fiquei pensando em como o Louis era carinhoso comigo,durante esses três meses,nem um dia eu passava sem um beijo dele.
Mas não era aqueles beijos que dávamos no colegial,esses eram cuidadosos com medo de me machucar,e eu não gostava de não ser desejada por ele, afinal eu o desejava mais que tudo desde que eu o vi novamente.

Louis interrompeu meus pensamentos,quando desceu as escadas correndo.
-Sentiu minha falta? -brincou ele.
-Muita. -fiz biquinho.
Os olhos de Louis brilharam em minha boca,ele sempre dizia que quando eu fazia bico ele tinha vontade de me beijar. -Porque não vem,Louis? -perguntei num choramingo.
-O que princesa?
-Venha,me beije. -ele veio,se ajoelhou e me beijou,só que não foi o beijo que eu esperava,foi o beijo calmo e cuidadoso de sempre.
-O que foi amor? - ele perguntou confuso.
-Não quero esse beijo.Quero o beijo de quando estávamos no colegial, e quando eu ainda não estava doente.
-Não viaja (s/n),não mudou nada.
-Mudou sim -Eu já ia começar a bater o pé.
-Tem razão,não estamos mais no colegial. -Louis quis brincar,mas eu não aceitei.
-Então seu amor por mim mudou também,Louis!
-É claro (s/n)! Eu te amo,mais do que aquela época, eu te ... -Louis se interrompeu, ele iria dizer o que eu queria ouvir.
-Talvez esteja comigo só por pena de uma moribunda.
-Você não disse isso... -Louis apertou os olhos com os dedos,ele odiava que eu dissesse que estava a beira da morte.
-Disse! Qual é Louis? Eu não posso correr,eu nem sequer andar,eu não posso fazer nada,a não ser esperar a morte.Eu não sou a mesma menina que você namorou anos atrás! Você,você nem sequer me deseja mais.
-Olha (S/n) eu faço tudo por você,e você me agradece assim? Pisando nas minhas esperanças? Você acha que eu não te desejo? -ele sorriu sombrio e balançou a cabeça incrédulo. - Você acha que eu não me controlo toda a vez que eu te vejo para não te beijar do jeito que eu quero e acabar te machucando? Acha que quando eu subi lá em cima,eu não pensei como te levar pra cama e te amar? Sentir o seu calor e tocar seu corpo? Acha que eu não desejo me sentir em você? Eu me sinto um cretino por pensar em fazer você minha agora. - Louis abaixou o olhar.
Me senti uma idiota,bom,na verdade eu era uma idiota feliz,ele ainda me queria.
-Me faça sua... e deixe para pensar em ser cretino depois. -Louis me olhou, colocou a mão em minha nuca e me selou,eu sabia que ele não faria nada,ele me respeitava e me zelava mais do que tudo.
-Me desculpe Lou,fui boba e paranoica. -pedi.
-Eu te quero tanto... -seu sussurro me fez arrepiar. -Mas eu não posso. -ele beijou meu pescoço,meus dedos encontraram os seus cabelos e por ali ficaram.
-Tudo bem amor.Não quero que faça nada que te deixe infeliz depois. -Mentira,eu queria e muito,depois de um tempo Louis se recuperaria.
-Como te amar me deixaria infeliz? -Suas mãos saíram do apoio da cadeira de rodas e deslizaram para as minhas pernas.
-Não sei,me diga você.
-Não quero machuca-lá. -Louis apertou as minhas coxas.
-E não irá... -Sussurrei em seu ouvido.
Louis se afastou ficando de costas para mim.Eu estava quase ganhando,me levantei,minha força era pouca eu cansaria logo,o abracei. - Sou sua quando quiser. -Ele se virou e me beijou,sua mão direita apertou a minha cintura contra a dele e a esquerda puxava a minha nuca.
Finalmente o beijo que eu queria.Prestei atenção em cada parte dele para eu nunca mais esquece-lo de novo.
Eu andei pra trás em busca do sofá,Louis parou o beijo.
-Desculpe Amor,eu preciso de espaço. - Ele me pegou no colo e subiu as escadas,entramos no quarto,Louis fechou a porta com o pé,me deitou na cama delicadamente,tirou o tênis antes de se deitar,me livrei do meu o mais rápido que pude.Louis se deitou suavemente sobre mim.
-Lembre-se eu quero o Louis e não o meu enfermeiro.
-E você terá. -Louis puxou minha coxa e começou um beijo quente,cheio de desejo.
                                                                            ***

Sua mão acariciava meu corpo constantemente.Louis apertava seu corpo com intensidade no meu,Minhas mãos entraram em contato com a sua pele quente,assim que tirei a sua camisa,Louis mordeu meu lábio inferior.

Mas eu ainda não estava nem um pouco satisfeita,Queria que meu corpo logo tocasse o dele,sem roupas no meio de nós dois,e ele pareceu entender,tirou a minha blusa e logo começou a distribuir beijos do meu pescoço até meus seios,os massageando com as mãos e os beijando,gemi seu nome,o que o fez sorrir.
-Faz de novo? -ele pediu.
-Me faça fazer. - o desafiei,Louis riu.
Deslizou sua mão até o zíper da minha calça e a abriu,mordi meu lábio com isso.Suspirei... ele deslizou os dedos na minha intimidade,  continuou a beijar minha barriga,introduziu um dedo apenas.Gemi,logo ele sorriu.
-Quero meu nome... -me lembrou ele,que agora colocou dois dedos me levando ao delírio gemi novamente,eu não daria esse gostinho a ele,não em quanto eu aguentasse.
Ele sorriu percebendo a minha estrategia,seus dedos saíram da minha intimidade.Louis abriu o fecho do meu sutiã.
O que me deixou mais ansiosa,sua boca começou a acariciar meus seios e logo seus dedos voltaram para a minha intimidade.Eu me contia para não gritar o nome dele e eu estava indo bem até seus lábios descerem a minha intimidade e me fazer enlouquecer,seu toque quente,sua língua explorando cada parte da minha intimidade,aquilo me fez gemer o nome de Louis algumas centenas de vezes.Assim que Louis percebeu que eu estava prestes a chegar ao orgasmo,ele parou.
-Amor,eu... -resmunguei,ate ele me calar com um beijo.
E em meio a esse beijo percebi que Louis ainda estava de calça,eu a tirei rapidamente e ele sorriu malicioso.
O volume em sua cueca box listrada,me fez sorrir.
Eu o beijei novamente,empurrei Louis e me sentei em seu membro.
-Devo retribuir o carinho. -ele sorriu e eu comecei a beija-lo,desci beijos lentos até o seu membro.

                                  


Passei a língua devagar em cima dele,Louis gemeu eu o suguei com mais vontade.Ele segurou os meus cabelos, e sussurrando meu nome,ele se desfazia em meus lábios. Assim que ele percebeu que iria gozar ele me puxou pra cima e me beijou,logo tirei sua cueca e a joguei pra longe de nós.Quando seu membro tocou o meu corpo eu quase gritei por ele.Louis se levantou para pegar o preservativo, mais eu o impedi. - Quero você sem empecilhos hoje. -Sentei bem devagar no colo dele,senti seu membro me roçar e o calor irradiou,até que Louis quebrou minha espera por ele. Louis me penetrou bem devagar,comecei a cavalgar lentamente.


                              

Louis me deitou e se encaixou perfeitamente entre as minhas pernas,me penetrando com cuidado,a fim de eu me acostumar com ele,algo que eu já fizera a muito tempo.
Louis ergueu um pouco minha perna e começou a dar estocadas mais pesadas que me causaram lagrimas de prazer.


              

    

-Geme pra mim... -ele pediu,e eu o fiz. Suas costas viraram alvo fácil para as minhas unhas expressarem o quanto eu gostava daquilo,o quanto eu gostava de senti-lo em mim.


                            

    


Logo sinto meu corpo formigar,me arqueio e sentindo a melhor sensação do mundo,a sensação que eu só sentia com o Louis.
Deitei minha cabeça pra trás e fechei os olhos chegando ao meu ápice.
Ouço Louis gemer em meu ouvido e sinto que ele também acabará de gozar.
Estávamos ofegantes,suados e cansados.Louis não se preocupou em sair de mim,apenas me deu um beijo na testa,eu sorri completamente satisfeita.
-Esta se sentindo um cretino? -brinquei,ainda tentando deixar estável a minha respiração.
-Não estava. Você esta bem? - e lá vinha ele estragar a minha felicidade.
-Mas do que bem,eu garanto. E tudo isso graças a você,meu amor. - ressaltei -Me desculpe pelo que eu disse mais cedo pra você,Eu te amo.
-Tudo bem meu amor,as vezes precisamos conversar sobre o que nos incomoda um no outro.
-Nada me incomoda em você. -ressaltei.
-Eu me incomodo em como você pode mentir assim,na cara dura.
-Não é mentira! -fiz bico.
-Ah não? -Louis começou a me encher de beijos. -Eu te amo, minha pequena.
-Eu te amo mais. -Assim ficamos abraçados o resto da tarde, eu queria dormir ali,mas Louis disse que eu iria extrapolar demais a confiança do Dr° Edward e então voltei ao hospital.
Depois desse dia incrível,Louis começou a me tratar do jeito que eu queria.

Passávamos varias tardes no parque,no Nando's,enfim foi um tempo feliz,até o dia do meu exame.

                                                     ***

03 meses depois,eu tive que fazer um exame novo,Louis me acompanhou ao consultório para ouvirmos os resultados.
O Dr° Edward entrou com uma cara estranha,logo ele se sentou,sem ao menos dizer "Bom dia"
-Eu não vou nem perguntar como aconteceu. -Sua voz era de reprovação.
-O que Dr°? -Louis estava mais aflito do que eu.
-Vamos aos resultados positivos primeiro. (s/n) -ele me olhou e eu assenti - Sua melhora foi excelente nesses últimos meses,os remédios estão ajudando bastante pra manter o seu estado estável.- sorri,eu estava melhor.Aquilo queria dizer que se eu continuasse a tomar os remédios eu poderia sair do hospital logo e...
-Mas vocês foram completamente imprudentes! -O Dr° interrompeu o meu pensamento com um tom rude. - Não acreditei quando eu vi o resultado desse exame.
-Diga Dr° o que pode ter acontecido de tão grave? -perguntei.

-Você esta gravida.
-O QUE? -Louis e eu podíamos ter tido um infarte aquela hora.
-Não sei se os parabenizo ou se eu aplico um sermão que é o dever dos pais de vocês.
-Como assim gravida? -Louis estava achando que era brincadeira,já eu podia sentir algo dentro de mim,nos primeiros meses,eu achei que os enjoos eram por causa de uma aversão ao remédio e não porque tinha uma criança dentro de mim,fiquei chocada.
-Acho que não terei que explicar como aconteceu Sr° Tomlinson.
-A quanto tempo? -perguntei perdida em pensamentos,calculando os dias afim de chegar ao meu mês de gestação,mas o Dr° foi mais preciso.
-Aproximadamente final do terceiro mês de gestação.
Fiquei pasma,então era isso. Eu estava gravida,Ai meu Deus.O que eu vou fazer? Louis pareceu finalmente se situar e entender que naquele dia nos havíamos feitos mais de uma besteira.
Depois de um longo sermão do Dr°,vieram os avisos.
-A criança pode prejudicar o andamento do seu tratamento (s/n).
-Como assim? -questionei.
-Os remédios que você toma,não são recomendados pra alguém que esta gerando um filho,é um remédio que pode causar aborto.
-Mais e se diminuir a dosagem? -perguntei
-Se diminuirmos a dosagem,você fica fraca e a criança não ira se desenvolver.
-Eu posso parar de tomar enquanto o bebê estiver sendo gerado,não posso?
-Pode,mas precisamente você quer dar a sua vida pra criança,fazendo isso,você volta ao seu estado original e a doença pode avançar mais rápido.
-Mais a criança vive -falei.
-Sim.
-Ótimo. -minha decisão já estava tomada.
-Como assim "ótimo"? -Louis se pronunciou.
-Não vou mata-lo! -coloquei a mão em minha barriga -É meu.
-Acha mesmo que você vai me deixar,por causa de uma coisa que nem nasceu ainda? Que você nem viu? -Louis gritava (Obvio )
-Essa coisa Louis,é o SEU filho! -gritei.
-Acalmem-se -O Dr° Edward pediu,me calei assim como Louis -Num caso como o seu,eu aconselharia um aborto (s/n). -Fiquei indignada e então apelei.
-Dr° o Senhor mataria um filho seu? -ele abaixou o olhar.
-Não.
-Ótimo,era o que eu precisava ouvir.
-Amor,essa coisa vai matar você. -Louis pediu pela ultima vez.
-E se não matar? E pare de chama-lo de coisa! -ressaltei.
-Dr° explique a ela que sem os remédios ela morre. -Louis suplicou.
-Não conheço nenhum caso até hoje que a mãe e a criança tenham sobrevivido. -O Dr° não estava me ajudando.
-Se for o caso de eu não conseguir... -pensei  -O bebê vai ser uma forma de você se lembrar de mim,Louis.
-Se você acha que eu vou cuidar e dar amor pra coisa que matou você (s/n) você tá bem enganada! -Louis saiu do consultório e fechou a porta com força.
Me doeu tanto ouvir ele falar daquele jeito,mais querendo ou não eu teria esse bebê,se ele não o quisesse seria apenas o meu bebê e eu me lembraria de Louis cada vez que eu olhasse pra ele.Se eu chegasse a vê-lo.Suspirei e olhei para o Dr°.
-Quando começa o corte dos remédios?
-A partir de hoje.
-Obrigada. -me levantei e fui para o meu quarto,Louis demoraria para vir falar comigo então me deitei e comecei a imaginar a minha família perfeita.

                                                              ***
Louis On

Assim que sai do consultório encontrei Harry zanzando pelos corredores do hospital.
Passei por ele,e assim que ele percebeu que eu não iria parar me seguiu.
-O que foi Lou? -Harry conseguiu perguntar assim que chegamos lá fora.
-Gravida Harry! Gravida! Como eu pude ser tão estupido! -Eu estava nervoso e andava de um lado para o outro.
-O que? (s/n) esta gravida?
-Como eu deixei que isso acontecesse? Agora aquela coisa vai mata-lá.Harry...me ajude... -Cai de joelhos e Harry me abraçou,contei tudo a ele,o que me aliviou um pouco,mais nada iria tirar a dor de que se a (s/n) morresse seria culpa minha.

                                                               ***
S/N On

Os meses se passaram,eu estava no oitavo mês de gestação,se eu aguentasse mais duas semanas,o meu pequeno Willian nasceria saudável e forte.Louis não saia de perto de mim desde que descobrimos sobre a gravidez mais mesmo assim,parecia que ele nunca estava presente.
Implorei para o Dr° Edward pra que eu tivesse parto normal,eu sabia dos riscos,mas eu queria ver a carinha do meu pequeno antes de morrer ou sei lá o que aconteceria.Louis odiava quando eu passava a mão em minha grande barriga.Ele sempre denunciava que a "coisa" estava sugando a minha vida,e deixou bem claro que nunca iria cuidar dele.Aquilo me machucava,mais eu nunca falava nada.Quando me perguntavam se eu sentia alguma dor,pela falta de remédio eu sempre dizia que estava bem,mas doía tanto. Enquanto Louis saia pra comer eu chorava de dor e quando ele chegava eu fingia que estava dormindo,olheiras fundas cresceram em torno dos meus olhos,meus ossos estavam fracos,mais eu aguentaria ate eu ouvir o choro do meu filho. Louis sofria em silêncio,o que piorava tudo.

                                                          ***

Era um linda tarde de Domingo,quando Louis me trouxe uma barra de cereal de Chocolate com Banana,ele me ajudou a sentar na cama,sem sequer encostar a mão em minha barriga.
-Hora de comer Will. -passei a mão em minha barriga e com o toque ela se agitou.Pensei em comemorar,mais Louis me fitava perto da porta.
Mordi um pedaço da barra e a engoli,logo senti meu estomago revirar,meu pequenino estava rejeitando mais uma comida.
Levei a mão a boca e logo deixei de lado a barra de cereal.
-Não vai comer? -Louis se aproximou devagar.
-Bem que eu queria mais o nosso pequeno não quer mais comer barra de cereal. -ri.
-Pare de falar assim!Ele não é nada meu!Eu não considero essa coisa como filho! -Louis berrou,e o volume em minha barriga se agitou de uma maneira tão assustadora que me causou uma dor na costela,tentei não gritar,apenas me apoiei em meus cotovelos,aquilo amenizava a dor.
-Calminha meu amor.Papai não quis te assustar.
-EU NÃO SOU O PAI DISSO!OLHA O QUE ELE ESTA FAZENDO COM VOCÊ! -gritei,a dor na costela foi insuportável,Louis me olhou assustado,sangue começou a escorrer pela cama.
-LOUIS.... -arfei.Louis chegou perto de mim,tentando achar onde eu estava machucada. -CHAMA UM MEDICO! -gritei.
Logo foi a vez de Louis gritar,a dor era insuportável eu podia sentir que eu estava quebrada,as contrações começaram de forma bruta,uma atrás da outra me deixando sem voz ao final dos gritos,uma equipe de enfermeiros me levou para a sala de parto,Dr° Edward estava lá,as luzes claras demais me causaram cegueira por uns instantes.
-A pressão esta baixando. -uma enfermeira falou.
-Não podemos demorar temos que tirar o bebê. -foi a vez de outra pessoa falar.
-(s/n) me escute,você precisa fazer força,esta bem?O bebê precisa de impulso,vamos lá garota,você foi forte até agora...Só mais um pouco. -pediu Dr° Edward.Eu assenti,segurei a beira da cama e comecei a fazer força,meu pequeno tinha que vir para os meus braços logo,eu tinha que ouvir o seu choro o mais rápido possível,e com um novo grito algo se quebra em mim novamente.
-Outra costela quebrada. -a enfermeira anunciou.
-Calma (s/n) eu já vejo ele,só mais um pouco. -arfei e o empurrei,eram minhas ultimas forças,minha mão que estava me dando apoio,logo perdeu a força e junto com meu grito de dor ouço o choro dele... meu pequeno estava ali,berrando que nem o pai,eu sorri,em meio as lagrimas,me trouxeram ele,enroladinho em uma mantinha azul,que Harry havia comprado pra ele,contra a vontade de Louis.
Quando eu encontrei os olhos dele meu sorriso se estendeu,eu não me importava mais com a dor,os olhinhos tão azuis quanto os do Louis.
Só que tiraram ele de perto de mim,fechei meus olhos.Podia descansar 
Will estava ali.

                                                           ***

Louis On

Levaram ela para a sala de parto e me vesti o mais rápido que pude,quando cheguei ouvi a enfermeira anunciar que outra costela estava quebrada.Tentei chegar perto mais fui proibido por uma enfermeira.
Ouvi um grito e logo o choro daquela criança,fechei os olhos tentando não pensar em joga-lo pelo janela.Foi quando ouvi uma enfermeira dizer baixo "Meu Deus,ela ainda está viva!"
Fui olha-la e a vi sorrindo para aquela coisinha minuscula que tinha sugado ela durante os últimos meses,ele berrava e ela parecia gostar daquilo,logo tiraram ele de perto dela e vi que o brilho dos olhos dela foi sumindo.
-O coração parou! -gritou alguém.
Trouxeram o desfibrilador (Aparelho de choque usado nos pacientes de paradas cardíacas).Eu não consegui sair do lugar,sangue escorria pela maca,estavam tentando reanimar ela,eu queria estar no lugar dela,eu daria a minha vida pela minha pequena,cai de joelhos,minha visão ficou turva.

Abaixei o olhar e enfim eu estava sozinho de novo,ela se foi.
-Está com pulso Doutor. -ouvi a enfermeira dizer aquilo com um certo alivio na voz,respirei fundo.Eu não podia acreditar que ela ainda estava viva.

                                                    ***
Talvez eu tenha desmaiado na sala de parto,não seria a primeira vez que um cara desmaia lá.Acordei com Harry ao pé da cama.
-Que bom que acordou Louis,já estava preocupado.
-Harry,a (s\n) ela esta... - Aquela dor que me encontrou na sala de parto voltou,minha respiração acelerou só de pensar no final da pergunta.
-Não Lou,ela esta viva,mais... -respirei com mais facilidade.
-Ela esta bem?Me diga Harry!
-Ela quebrou duas costelas na hora do parto e teve uma parada cardio respiratória e ficou inconsciente por um tempo,mais a reanimaram.-Harry deu uma pausa -Ela esta em coma agora.
-Em coma? -não me contive e comecei a chorar,Harry me abraçou.
-Ela esta em coma induzido,Louis.
-O que isso quer dizer? - O Dr° Edward entrou no quarto.
-Vejo que já acordou Louis.
-Dr° o que é coma induzido?
-E vejo que já recebeu as noticias. -O Dr° fuzilou Harry com o olhar. -Bem Louis,o chamado coma induzido é nada mais nada menos que uma sedação farmacológica controla. - Eu e Harry nos olhamos confusos. o Dr° continuou. -Bem,é um estado de inconsciência provocado pelos médicos através de drogas sedativas.
-E porque foi preciso seda-la Dr°?
-Usamos isso em varias situações,e no caso da (s/n) foi para minimizar a dor física e o desconforto.
-Quando ela poderá acordar?
-Depende do grau de sedação usado,você mesmo sabe que a (s/n) estava em tratamento antes disso tudo ocorrer,e durante o parto ela sofreu varias lesões gravíssimas dentro do corpo,o ideal é que o corpo dela se curasse sozinho até que ela acorde,mais a medicação para isso a deixará em coma por meses.
-Mais e quanto ao tratamento antigo?
-Ela só poderá voltar a tomar os remédios assim que seus ossos se curarem e seus tecidos estiverem na sua formação original.
-E isso pode demorar quanto tempo mais ou menos?
-Irei ser sincero com você,para que os ossos se curem em media a uns 06 a 08 meses,dependendo do grau de rapidez das células dela,depois disso para a volta dos medicamentos vai ser bem mais rápido.
Assim que o Dr° saiu,minha mãe veio ver como eu estava e Harry disse que ia buscar uma coisa para eu me sentir melhor.
Achei que seria uma bebida,mais o Harry me entra com um bebê no colo.
-Lembra que ela dizia que ele seria grande e forte? -Harry riu. - O pequeno Will parece ter dois meses de tão gordo.
-Ele não é gordo Harry,ele é robusto e lindo. -minha mãe começou a paparicar o bebê,eles riram.
Harry trouxe o bebê pra eu ver.

-Ele é... -me calei.
-Lindo? -minha mãe riu. -Meu netinho é lindo!
O bebê sorriu pra mim,ele era realmente lindo,agora eu via que uma coisa tão fofa e pequena não poderia tirar a vida de ninguém,eu me arrependi amargamente por ter dito aquelas coisas pra ele.
-Posso pegar? -pedi.
-Qual é o seu problema Louis?Ele é seu filho. -Harry riu e me entregou aquela coisa minuscula (Obvio grande demais para os bebês da "idade" dele,mais em meus braços ele era tão pequeno.)
-William? -olhei pra minha mãe.
-William Edward Tomlinson. -minha mãe sorriu.
-Ei, William,você já foi ver a sua mãe? -perguntei pra ele que apenas passou a mãozinha no rosto.

Me levantei e fui para o quarto da (s/n) ela parecia apenas dormir.
-Oi meu amor,trouxe o Will pra ver você. -virei Will pra ela - Olha a mamãe Will. - fiquei um tempo ali e logo Will teve que ser levado para ser amamentado.
Sai e comprei flores,e um vaso pra deixar o quarto dela sempre perfumado.

                                                         ***

S/N On

Eu estava num parque,estava caminhando com Louis em Doncaster.Não falávamos nada,apenas sorriamos.Foi quando eu ouvi a voz de um criança,um menino.Ele chamava a mãe dele.

                                                      ***

Louis On

Will já estava com três anos de idade,estava na fase de fazer perguntas e não se cansar de ouvir as respostas.
(s/n) havia começado a dois anos a recuperação com os remédios,mais a dosagem dos sedativos afetou muito o tempo estimado para ela acordar,mais nem por isso eu perdi as esperanças.

-Papai.
-Hum? - Will estava sentado na cama,ele havia colocado a mão da (s/n) em cima de sua perna e a olhava todo carinhoso.
-Que isso? - ele apontou pros olhos dela.
-São os olhos,Will.
-Quí faz? -ele ergueu as mãos na inocência dele.

-São feitos para olhar. -dei a primeira resposta que achei,enquanto eu tirava uma foto deles.
-Que sso? -ele apontou para a orelha dela.
-É a orelha da mamãe.
-Quí faz?
-São feitas para escutar. -Não simplifiquei muito,ele aprenderia mais tarde na escola.
-Mamãe? -ele a chamou.Não tendo resposta ele se inclinou e chegou perto da orelha dela. -Mamãe? -segurei meu choro.
-A mamãe cuidou de você a noite toda,e agora ela esta dormindo,Will.
-Mimindo? -ele franziu a pequena testa.
-Sim,ela esta cansada.
-Sada. -ele passou a mãozinha no rosto dela. - Que isso? - ele apontou pra boca dela.
-É a boca da mamãe.
-Quí faz?
-Dão os melhores beijos do mundo. - suspirei me lembrando.Will se aproximou dela e a beijou na bochecha,fazendo isso ele se virou contente pra mim.
-apertou! - ele riu.
-O que apertou Will? -ele sempre contava as suas historinhas.
-Mamãe,papai.A mamãe apertou! - ele apontou pra perninha dele e vi os dedos da (s/n) apertarem de leve a calça jeans que ele usava.
-AI MEU DEUS! -Sai lá fora gritando por um medico,a minha mulher estava se mexendo,ela podia estar acordando.
Catei o primeiro doutor que estava passando e gritei,ele correu para chamar o medico responsável pelo caso da (s/n).Entrei no quarto correndo,e lá estava ela com os olhos abertos e sorrindo para o Will,sua atenção só veio pra mim,quando ele gritou.
-Papai, mamãe acordo,não está mais cansada. - e ele bateu palmas.
-Louis... -ela sussurrou sorrindo,do mesmo jeito de quando a gente se reencontrou.Não contia mais as lagrimas.Will me olhou assustado quando cheguei perto dos dois e os abracei.
-Minha vida... -ressaltei.
-Papai? -Will já ia começar a chorar.
-Não Will,não pode chorar.A mamãe acordou pra brincar com a gente. -ele a olhou e sorriu.
-Vejo que eu perdi muita coisa. - ela riu,olhando o tamanho do nosso filho.
-Ainda tem tempo para recuperar. -falei - Will,não vai contar pra mamãe o que você fez hoje? -ele sorriu e começou a falar,nada como a linguagem dos pequenos.Ela gargalhava cada vez que conseguia entender algo.
Assim que o Dr° Edward chegou,ele fez todos os exames possíveis e ela estava muito bem,sem nenhuma sequela do coma induzindo e cheia de disposição.

                                                           ***

S/N On

O menino que chamava a mãe em meu "sonho" era o meu pequeno William. Ele estava ME chamando.Quando abri os olhos ele sorriu pra mim,disse algo que eu não entendi e depois me deu um beijo no rosto.Eu tinha voltado,eu estava de volta pra cuidar dele e do meu Louis.
Depois de vários exames e conversas,o Dr° me disse que eu ficaria ali por mais uma semana em observação,porque por ele eu deveria ir embora o mais rápido possível.Louis me contou tudo o que havia acontecido durante todo o tempo em que eu estava em coma.
Ele havia tirado fotos dos aniversários de Will para me mostrar quando eu acordasse,ele não havia me abandonado um dia sequer.
-Essa foto eu tirei quando ele tinha seis meses.
-Tio Hally... -Will sorriu,me dizendo que foi o Tio Harry que havia tirado a foto e não Louis.
-Super homem? -ri
-Filho de peixe... -resmungou Harry que estava ali me dando "Boas vindas de volta"

                                                      ***


Tive alta como previsto,mais teria que retornar ao hospital mensalmente.
-Finalmente em casa. -falei,assim que eu,Louis e Will pisamos no jardim.
-Ela também sentiu sua falta. -sorri,e o beijei,mais logo Will veio pedindo colo e nos interrompendo.
-Ah é temos um filho. -falou Louis dando um tapa na própria testa.
-Podemos esperar ate ele dormir amor. -ri dele.
-Mais ainda são 17:00. -entrei em casa com Louis reclamando.
Will foi dormir lá pelas 21:00,voltava do quarto dele em silencio quando vi Louis parado na porta do nosso quarto me observando.
-O que foi? -ri.
-Tá achando que vai escapar de mim?
-Isso é o que eu menos quero.


                       



                                                                   ***

E ai curtiram?Acreditem chorei escrevendo esse imagine.
Bom esse imagine já foi postado no Blog da Maah Sertorio (Eu era Adm de lá) e foi postado em um outro Blog,cujo depois eu reclamei os créditos pois haviam copiado e não deixaram claro quem havia escrito.
Esse imagine é da minha autoria.Deixei claro pra que depois não me acusem de plagio,caso algumas de vocês já tenham lido.
Espero que tenham gostado.Se puder comente,vou adorar saber o que achou.

Xx'